O videoclipe da música “By Crooked Steps”, do Soundgarden, está em exibição nesse endereço. O detalhe é que o vídeo foi dirigido pelo líder do Foo Fighters, Dave Grohl, conforme noticiado aqui. No vídeo, o grupo invade uma casa noturna, expulsa o DJ para tocar no lugar dele e é perseguido pela polícia. A música é o segundo single do álbum “King Animal”, lançado em novembro. O primeiro é “Been Away Too Long”, cujo clipe está disponível nesse outro local. O disco é o primeiro de inéditas da banda em 16 anos.
domingo, 27 de janeiro de 2013
Soundgarden: assista ao clipe dirigido por Dave Grohl
Soundgarden: assista ao clipe dirigido por Dave Grohl:
O videoclipe da música “By Crooked Steps”, do Soundgarden, está em exibição nesse endereço. O detalhe é que o vídeo foi dirigido pelo líder do Foo Fighters, Dave Grohl, conforme noticiado aqui. No vídeo, o grupo invade uma casa noturna, expulsa o DJ para tocar no lugar dele e é perseguido pela polícia. A música é o segundo single do álbum “King Animal”, lançado em novembro. O primeiro é “Been Away Too Long”, cujo clipe está disponível nesse outro local. O disco é o primeiro de inéditas da banda em 16 anos.
O videoclipe da música “By Crooked Steps”, do Soundgarden, está em exibição nesse endereço. O detalhe é que o vídeo foi dirigido pelo líder do Foo Fighters, Dave Grohl, conforme noticiado aqui. No vídeo, o grupo invade uma casa noturna, expulsa o DJ para tocar no lugar dele e é perseguido pela polícia. A música é o segundo single do álbum “King Animal”, lançado em novembro. O primeiro é “Been Away Too Long”, cujo clipe está disponível nesse outro local. O disco é o primeiro de inéditas da banda em 16 anos.
Rock in Rio confirma John Mayer na edição 2013
Rock in Rio confirma John Mayer na edição 2013: Por Redação / Redação TDM
O festival Rock in Rio confirmou a participação do guitarrista John Mayer na edição 2013. O músico se apresenta no dia 15 de setembro, no Palco Mundo. No mesmo dia, o festival contará com o veterano Bruce Springsteen [...]
Sodom escolhe título para novo álbum: "Epitome Of Torture"
Sodom escolhe título para novo álbum: "Epitome Of Torture": Por Redação / Redação TDM
O novo álbum do Sodom, décimo quarto da carreira, se chamará "Epitome Of Torture". O lançamento está agendado para abril na Europa e maio nos EUA. Não há data anunciada para o lançamento no Brasil [...]
Bon Jovi lança "What About Now" em março
Bon Jovi lança "What About Now" em março: Por Redação / Redação TDM
O décimo segundo álbum de estúdio do Bon Jovi está pronto. O disco recebeu o título de "What About Now" e chega às lojas norte-americanas e européias no dia 25 de março, pela Universal Music [...]
A volta do Black Flag
A volta do Black Flag:
O Black Flag está de volta. O grupo é uma das atrações do Hevy Fest, que acontece em agosto, em Kent, no Reino Unido. Estão na formação o vocalista Ron Reyes, que integrou a banda entre 1979 e 1980, antes de ceder a vaga a Dez Cadena; o guitarrista e membro fundador Greg Ginn; o baixista Chuck Dukowski e o baterista Roberto “Robo” Valverde. Henry Rollins, que foi o vocalista entre 1981 e 1986, não está no projeto.
O Black Flag está de volta. O grupo é uma das atrações do Hevy Fest, que acontece em agosto, em Kent, no Reino Unido. Estão na formação o vocalista Ron Reyes, que integrou a banda entre 1979 e 1980, antes de ceder a vaga a Dez Cadena; o guitarrista e membro fundador Greg Ginn; o baixista Chuck Dukowski e o baterista Roberto “Robo” Valverde. Henry Rollins, que foi o vocalista entre 1981 e 1986, não está no projeto.
Assista ao trailer do novo álbum do Killswitch Engage
Assista ao trailer do novo álbum do Killswitch Engage:
O trailer oficial do novo álbum do Killswitch Engage, “Disarm The Descent”, está em exibição nesse endereço. O disco, que marca o retorno do vocalista Jesse Leach, em substituição a Howard Jones, vai ser lançado no dia 2 de abril. São 12 faixas - veja lista abaixo -, sendo que “In Due Time” é o primeiro single, que sai no dia 5 de fevereiro. A produção ficou à cargo do guitarrista Adam Dutkiewicz, com uma “ajudinha” do cascudo Andy Sneap. Completam o grupo Joel Stroetzel (guitarras), Mike D’Antonio (baixo) e Justin Foley (bateria). Veja a lista das faixas:
1- The Hell In Me
2- Beyond The Flames
3- New Awakening
4- In Due Time
5- A Tribute To The Fallen
6- The Turning Point
7- All That We Have
8- You Don’t Bleed For Me
9- The Call
10- No End In Sight
11- Always
12- Time Will Not Remain
O trailer oficial do novo álbum do Killswitch Engage, “Disarm The Descent”, está em exibição nesse endereço. O disco, que marca o retorno do vocalista Jesse Leach, em substituição a Howard Jones, vai ser lançado no dia 2 de abril. São 12 faixas - veja lista abaixo -, sendo que “In Due Time” é o primeiro single, que sai no dia 5 de fevereiro. A produção ficou à cargo do guitarrista Adam Dutkiewicz, com uma “ajudinha” do cascudo Andy Sneap. Completam o grupo Joel Stroetzel (guitarras), Mike D’Antonio (baixo) e Justin Foley (bateria). Veja a lista das faixas:1- The Hell In Me
2- Beyond The Flames
3- New Awakening
4- In Due Time
5- A Tribute To The Fallen
6- The Turning Point
7- All That We Have
8- You Don’t Bleed For Me
9- The Call
10- No End In Sight
11- Always
12- Time Will Not Remain
Amorphis lança "Circle", disco conceitual, em abril
Amorphis lança "Circle", disco conceitual, em abril: Por Redação / Redação TDM
A banda finlandesa Amorphis agendou o lançamento do décimo primeiro álbum para o próximo dia 19 de abril. O álbum recebeu o título de "Circle" e chega ao mercado internacional através da Nuclear Blast [...]
Novo álbum do Six Feet Under sai em março
Novo álbum do Six Feet Under sai em março:
O novo álbum do Six Feet Under se chama “Unborn” e vai ser lançado no dia 19 de março. O disco sai antes de um ano de o trabalho anterior, “Undead”, ter sido lançado. A mixagem dessa vez ficou por conta de Chris “Zeuss” Harris (Soulfly, All That Remains). A atual formação conta com Chris Barnes (vocal), Ola Englund e Steve Swanson (guitarras), Jeff Hughell (baixo) e Kevin Talley (bateria).
O novo álbum do Six Feet Under se chama “Unborn” e vai ser lançado no dia 19 de março. O disco sai antes de um ano de o trabalho anterior, “Undead”, ter sido lançado. A mixagem dessa vez ficou por conta de Chris “Zeuss” Harris (Soulfly, All That Remains). A atual formação conta com Chris Barnes (vocal), Ola Englund e Steve Swanson (guitarras), Jeff Hughell (baixo) e Kevin Talley (bateria).
Ouça o single ‘Now’, do novo álbum do Paramore
Ouça o single ‘Now’, do novo álbum do Paramore:
A audição da música “Now”, do Paramore, está liberada nesse endereço. Trata-se do primeiro single do novo álbum do grupo, que também se chama “Paramore” e será lançado no dia 9 de abril. Um trailer do disco está em exibição nesse outro local. “Paramore” é o quarto álbum do grupo, o primeiro desde 2009, cuja produção ficou à cargo de Justin Meldal-Johnsen, ex-baixista do Beck. Nesse ínterim, em 2010, o Paramore perdeu dois membros fundadores da banda, o guitarrista Josh Farro e o baterista Zach. A formação atual tem a vocalista Hayley Williams, o baixista Jeremy Davis e o guitarrista Taylor York. Veja abaixo a lista das músicas que estão no CD:
1- Fast In My Car
2- Now
3- Grow Up
4- Daydreaming
5- interlude: Moving On
6- Ain’t It Fun
7- Part II
8- Last Hope
9- Still Into You
10- Anklebiters
11- interlude: Holiday
12- Proof
13- Hate To See Your Heart Break
14- (One Of Those) Crazy Girls
15- interlude: I’m Not Angry Anymore
16- Be Alone
17- Future
A audição da música “Now”, do Paramore, está liberada nesse endereço. Trata-se do primeiro single do novo álbum do grupo, que também se chama “Paramore” e será lançado no dia 9 de abril. Um trailer do disco está em exibição nesse outro local. “Paramore” é o quarto álbum do grupo, o primeiro desde 2009, cuja produção ficou à cargo de Justin Meldal-Johnsen, ex-baixista do Beck. Nesse ínterim, em 2010, o Paramore perdeu dois membros fundadores da banda, o guitarrista Josh Farro e o baterista Zach. A formação atual tem a vocalista Hayley Williams, o baixista Jeremy Davis e o guitarrista Taylor York. Veja abaixo a lista das músicas que estão no CD:1- Fast In My Car
2- Now
3- Grow Up
4- Daydreaming
5- interlude: Moving On
6- Ain’t It Fun
7- Part II
8- Last Hope
9- Still Into You
10- Anklebiters
11- interlude: Holiday
12- Proof
13- Hate To See Your Heart Break
14- (One Of Those) Crazy Girls
15- interlude: I’m Not Angry Anymore
16- Be Alone
17- Future
Novo álbum dos Stooges já está pronto
Novo álbum dos Stooges já está pronto:
A data de lançamento não foi definida, mas o novo álbum dos Stooges já está gravado e se chama “Ready to Die”. A informação vem do produtor Ed Cherney, que deu o serviço ao ser entrevistado em uma rádio de Los Angeles, nos Estados Unidos, na última quarta (23/1). Cherney ainda revelou o título de duas músicas que estão no disco: “I Got a Job But It Don’t Pay S—” e “Gun”. “Ready to Die” sucede “The Weirdness”, lançado em 2007 e que marcou a reunião do grupo.
A data de lançamento não foi definida, mas o novo álbum dos Stooges já está gravado e se chama “Ready to Die”. A informação vem do produtor Ed Cherney, que deu o serviço ao ser entrevistado em uma rádio de Los Angeles, nos Estados Unidos, na última quarta (23/1). Cherney ainda revelou o título de duas músicas que estão no disco: “I Got a Job But It Don’t Pay S—” e “Gun”. “Ready to Die” sucede “The Weirdness”, lançado em 2007 e que marcou a reunião do grupo.
Hypocrisy revela capa e lista de músicas do novo disco
Hypocrisy revela capa e lista de músicas do novo disco:
O novo álbum do Hypocrisy, “End Of Disclosure”, vai ser lançado no dia 22 de março e a lista de músicas e capa já foram publicadas pelo grupo. A produção ficou à cargo do vocalista, guitarrista e dono do grupo, Peter Tägtgren, um dos produtores mais requisitados da música extrema mundial. Veja abaixo a lista de todas as músicas que estão no álbum:
1- End Of Disclosure
2- Tales Of Thy Spineless
3- The Eye
4- United We Fall
5- 44 Double Zero
6- Hell Is Where I Stay
7- Soldier Of Fortune
8- When Death Calls
9- The Return
O novo álbum do Hypocrisy, “End Of Disclosure”, vai ser lançado no dia 22 de março e a lista de músicas e capa já foram publicadas pelo grupo. A produção ficou à cargo do vocalista, guitarrista e dono do grupo, Peter Tägtgren, um dos produtores mais requisitados da música extrema mundial. Veja abaixo a lista de todas as músicas que estão no álbum:1- End Of Disclosure
2- Tales Of Thy Spineless
3- The Eye
4- United We Fall
5- 44 Double Zero
6- Hell Is Where I Stay
7- Soldier Of Fortune
8- When Death Calls
9- The Return
Vocalista do Sepultura participa de super grupo; ouça
Vocalista do Sepultura participa de super grupo; ouça:
O vocalista do Sepultura, Derrick Green, é um dos integrantes do Maximum Hedrum, um novo super grupo que tem na formação Sam Spiegel (N.A.S.A e produtor do Yeah Yeah Yeahs) e Harold Faltermeyer, produtor de trilhas sonoras. Achou pouco? Então inclua a lenda viva George Clinton, que participa do primeiro single do grupo, “Keep in Touch”, cujo videoclipe está em exibição nesse endereço. O primeiro álbum da turba, auto-intitulado, sai no dia 19 de março.
O vocalista do Sepultura, Derrick Green, é um dos integrantes do Maximum Hedrum, um novo super grupo que tem na formação Sam Spiegel (N.A.S.A e produtor do Yeah Yeah Yeahs) e Harold Faltermeyer, produtor de trilhas sonoras. Achou pouco? Então inclua a lenda viva George Clinton, que participa do primeiro single do grupo, “Keep in Touch”, cujo videoclipe está em exibição nesse endereço. O primeiro álbum da turba, auto-intitulado, sai no dia 19 de março.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Metal Open Air: veja quais músicas o Rock N Roll All Stars vai tocar
Atração principal do Metal Open Air, que acontece em abril, em São Luís, no Maranhão, o Rock N Roll All Stars, formado por ícones da música pesada mundial, revelou o repertório que está sendo ensaiado para o show do sábado, dia 21; veja no final do texto. O grupo tem na formação Gene Simmons (Kiss), Joe Elliott (Def Leppard), Matt Sorum e Duff McKagan (Guns N’ Roses), Sebastian Bach, Mike Inez (Alice in Chains) e Billy Duffy (The Cult), entre outros. A apresentação do grupo ficará a cargo do ator Charlie Sheen, da série “Two and a Half Men”. Veja o set list que está sendo ensaido:1- Duff McKagan - I’ts so Easy
2- Sebastian Bach - Welcome to the Jungle
3- Sebastian Bach - I Remember You
4- Sebastian Bach - Youth Gone Wild
5- Sebastian Bach - Whole Lotta Love
6- Sebastian Bach - Crazy train
7- Glenn Hughes - Highway Star
8- Glenn Hughes - Burn
9- Glenn Hughes - Smoke on the Water
10- Glenn Hughes - Firewoman
11- Glenn Hughes - Wildflower
12- Ed Roland - Shine
13- Ed Roland - Rebel Yell
14- Ed Roland - Man in a Box w Glenn Hughes
15- Gilby Clake - Knockin’ on Heavens Door
16- Joe Elliott - Animal
17- Joe Elliott - All the Young Dudes
18- Joe Elliott - Sugar
19- Joe Elliott - Tie your Mother Down
20- Gene Simmons - Deuce
21- Gene Simmons - Doctor Love
22- Gene Simmons - I Love it Loud
23- Gene Simmons - Cold Gin
24- Indefinido - Paradise City
25- Gene Simmons / Rock N’ Roll All Night
O Metal Open Air acontece nos dias 20, 21 e 22 de abril, no Parque Independência, em São Luis, no Maranhão. Os ingressos estão à venda, e saem por R$ 250 (Pista) ou R$ 450 (Camarote com área de M&G), por dia de festival. Para os três dias, os valores são R$ 450 (Passaporte Pista) ou R$ 850 (Passaporte Camarote). Veja abaixo que banda toca em que dia, mas considere que são dois palcos, ou seja, cada banda, intercaladamente, se apresenta em um ou outro palco:
Sexta, dia 20
Semblant
Ânsia de Vômito
Drowned
Headhunter D.C.
Hangar
Almah
Orphaned Land
Torture Squad
Exciter
Anvil
Destruction
Exodus
Symphony X
Megadeth
El Diablo (após Megadeth)
Fúria Louca + Fetish Dolls
Sábado, da 21
Terra Prima
Ácido
Obskure
Dark Avenger
Shadowside
Stress
Legion of The Damned
Andre Matos
Korzus
Atração a confirmar
U.D.O.
Grave Digger
Blind Guardian
Anthrax
Glenn Hughes
Rock N Roll All Stars
El Diablo (Após Rock N Roll All Stars)
Carro Bomba + Fetish Dolls
Domingo, dia 22
Expose Your Hate
Megahertz
Unearthly
Attomica
Motorocker
Matanza
OTEP
Shaman
Ratos de Porão
Obituary
Dio Disciples
Fear Factory
Annihilator
Saxon
Venom
El Diablo (Após Venom)
Baranga + Fetish Dolls
Promoção: ganhe o livro ‘The Beatles vs. The Rolling Stones’
Há mais de 50 anos o mundo do rock quer saber. Quem é melhor? Beatles ou Rolling Stones? E é sobre esse tema que os autores Jim DeRogatis e Greg Kot se debruçaram para vazer o livro “The Beatles vs. The Rolling Stones”, lançado no Brasil pela Globo Livros. O livro se enverada pela polêmica daquela que deve ser a maior rivalidade do rock’n'roll, colocando as bandas lado a lado para fazer uma análise comparativa entre cada um dos aspectos que lhes deram notoriedade em todo o mundo. As “batalhas” confrontam integrante por integrante, composições, discografias, caminhos criativos e até a imagens públicas de Beatles e Stones. O livro é desenvolvido na forma de diálogos entre os autores Jim DeRogatis e Greg Kot (cada qual defende uma das bandas), com o predomínio - claro - de grande quantidade de informação.
E então, gostou? Quer ganhar um exemplar do livro? Então participe da promoção! É preciso seguir obrigatoriamente o nosso twitter (@rockemgeral) e o twitter da Globo Livros (@globolivros); atenção, é preciso seguir os dois! Depois, envie um e-mail para contato@rockemgeral.com.br, respondendo corretamente a seguinte pergunta:
Quem é melhor, Beatles ou Rolling Stones?
O e-mail deve ter no assunto “Promoção Beatles vs. Rolling Stones”, e, no conteúdo da mensagem, nome completo, número da identidade e endereço no twitter. A promoção vale até a quinta, dia 29 de março, às 12h, e o resultado será anunciado às 16h. Serão sorteados três (3) exemplares do livro. Participem e boa sorte a todos!
Aproveite para curtir o Rock em Geral e a Globo Livros no Facebook:
www.facebook.com/rockemgeral
www.facebook.com/globolivros
Baterista da formação original do Kiss lança biografia
O baterista da formação original do Kiss, Peter Criss vai lançar a biografia “Makeup To Breakup”, no dia 23 de outubro. “É sobre minha vida. Claro, é sobre drogas, sexo e rock’n'roll, mas é sobre meus pais, meu crescimento no Brooklyn, me misturando com gangues, conhecendo as drogas, sobrevivendo ao câncer. Estou há quatro anos livre do câncer, estou bem”, disse o baterista à uma agência de notícias americana. Ainda não se sabe se o livro vai ser lançado no Brasil, mas é bem provável. Clássico de David Bowie ganha edição de 40 anos
Clássico de David Bowie ganha edição de 40 anos:
O clássico álbum “The Rise And Fall Of Ziggy Stardust And The Spiders From Mars”, de David Bowie, ganha uma reedição especial, que chega às lojas em junho, em comemoração pelos 40 anos do lançamento.
A material, que sai em CD e vinil, tem as 11 faixas originais remasterizadas e versões com mixagem alternativa para algumas faixa, num DVD só com áudio, no formato 5.1. Veja abaixo a lista de múscas:
CD
1- Five Years
2- Soul Love
3- Moonage Daydream
4- Starman
5- It Ain’t Easy
6- Lady Stardust
7- Star
8- Hang On To Yourself
9- Ziggy Stardust
10- Suffragette City
11- Rock ‘N’ Roll Suicide
Caixa com vinil 180 gramas e DVD
Lado 1
1- Five Years
2- Soul Love
3- Moonage Daydream
4- Starman
5- It Ain’t Easy
Lado 2
1- Lady Stardust
2- Star
3- Hang on to Yourself
4- Ziggy Stardust
5- Suffragette City
6- Rock ‘N’ Roll Suicide
DVD (áudio)
1- Five Years
2- Soul Love
3- Moonage Daydream
4- Starman
5- It Ain’t Easy
6- Lady Stardust
7- Star
8- Hang On To Yourself
9- Ziggy Stardust
10- Suffragette City
11- Rock ‘N’ Roll Suicide
12- Five Years
13- Soul Love
14- Moonage Daydream
15- Starman
16- It Ain’t Easy
17- Lady Stardust
18- Star
19- Hang On To Yourself
20- Ziggy Stardust
21- Suffragette City
22- Rock ‘N’ Roll Suicide
23- Moonage Daydream (Instrumental)
24- The Supermen
25- Velvet Goldmine
26- Sweet Head
O clássico álbum “The Rise And Fall Of Ziggy Stardust And The Spiders From Mars”, de David Bowie, ganha uma reedição especial, que chega às lojas em junho, em comemoração pelos 40 anos do lançamento.
A material, que sai em CD e vinil, tem as 11 faixas originais remasterizadas e versões com mixagem alternativa para algumas faixa, num DVD só com áudio, no formato 5.1. Veja abaixo a lista de múscas:CD
1- Five Years
2- Soul Love
3- Moonage Daydream
4- Starman
5- It Ain’t Easy
6- Lady Stardust
7- Star
8- Hang On To Yourself
9- Ziggy Stardust
10- Suffragette City
11- Rock ‘N’ Roll Suicide
Caixa com vinil 180 gramas e DVD
Lado 1
1- Five Years
2- Soul Love
3- Moonage Daydream
4- Starman
5- It Ain’t Easy
Lado 2
1- Lady Stardust
2- Star
3- Hang on to Yourself
4- Ziggy Stardust
5- Suffragette City
6- Rock ‘N’ Roll Suicide
DVD (áudio)
1- Five Years
2- Soul Love
3- Moonage Daydream
4- Starman
5- It Ain’t Easy
6- Lady Stardust
7- Star
8- Hang On To Yourself
9- Ziggy Stardust
10- Suffragette City
11- Rock ‘N’ Roll Suicide
12- Five Years
13- Soul Love
14- Moonage Daydream
15- Starman
16- It Ain’t Easy
17- Lady Stardust
18- Star
19- Hang On To Yourself
20- Ziggy Stardust
21- Suffragette City
22- Rock ‘N’ Roll Suicide
23- Moonage Daydream (Instrumental)
24- The Supermen
25- Velvet Goldmine
26- Sweet Head
Slash: formação clássica do Guns não toca no Hall da Fama
Slash: formação clássica do Guns não toca no Hall da Fama:
O guitarrista Slash praticamente descartou a possibilidade de uma apresentação da formação clássica do Guns N’Roses na cerimônia de ingresso ao Rock N Roll Hall Of Fame. “Nós não vamos tocar. Poderia imaginar que eles tenham convidado, mas eu sei que não vamos tocar”, disse Slash a uma agência de notícias americana. Além de Slash, fazem parte da formação que gravou o álbum “Appetitte For Destruction”, pelo qual o grupo foi indicado ao Hall da Fama, Axl Rose (vocais), Izzy Stradlin (guitarra), Duff McKagan (baixo) e Steven Adler (bateria).
Na mesma entrevista, o guitarrista também não se mostrou muito animado com a honraria. “Faz tanto tempo que eu não tenho qualquer envolvimento com o Guns N’Roses que nem entendo mais isso”, disse. Ele, no entanto, cravou que o baterista Steven Adler irá à cerimônia, que acontece no dia 14 de abril, em Cleveland, nos Estados Unidos. “É a cara dele”, comentou. Sobre Axl, desafeto de Slash e grande motivo para que a tal reunião não aconteça, Slash não deu muita conversa: “Não conversamos a respeito”
Outro que deve comparecer à cerimônia é o baixista Duff McKagan, embora não acredite que a formação clássica se reúna. Conforme noticiado antes, Duff disse que “seria incrível, tipo ‘vamos lá, tocamos ‘Nightrain’ e ‘(Mr.) Bownstone’, jogamos o microfone no chão!”. A julgar pelas últimas notícias, todos os integrantes devem marcar presença na festa, mas ninguém vai tocar, muito menos juntos.
As notícias que dão conta de que o grupo realmente se reunirá ganharam força quando o tecladista Dizzy Red, integrante que está há mais tempo no grupo, exceto Axl Rose, afirmou que, sim, “a formação original estará lá” (leia matéria aqui).
A possibilidade de o Guns N’Roses reunir a formação clássica começou a ser aventada antes mesmo de o grupo ser indicado ao Hall da Fama, em setembro. O grupo foi escolhido no primeiro ano em que ficou elegível - é preciso ter completos 25 anos do lançamento do álbum mais relevante, caso de “Appetite For Destruction”, de 1987, que completa o período este ano. Desde a indicação uma pressão para que essa reunião aconteça, ainda que seja só para tocar três ou quatro músicas, vem crescendo.
Recentemente, antigos desafetos de Axl Rose, que é o dono da banda, voltaram a fazer as pazes com o vocalista. Em dezembro, a banda do baixista Duff McKagan, Loaded, não só abriu dois shows da turnê do Guns, nos Estados Unidos, como o próprio Duff subiu no palco para tocar com o grupo. O guitarrista Slash, o maior desafeto de Axl entre os membros da banda, não chegou a tanto, mas tem afirmado que “quer dar um tempo nas brigas com Axl” (veja aqui).
O guitarrista Slash praticamente descartou a possibilidade de uma apresentação da formação clássica do Guns N’Roses na cerimônia de ingresso ao Rock N Roll Hall Of Fame. “Nós não vamos tocar. Poderia imaginar que eles tenham convidado, mas eu sei que não vamos tocar”, disse Slash a uma agência de notícias americana. Além de Slash, fazem parte da formação que gravou o álbum “Appetitte For Destruction”, pelo qual o grupo foi indicado ao Hall da Fama, Axl Rose (vocais), Izzy Stradlin (guitarra), Duff McKagan (baixo) e Steven Adler (bateria). Na mesma entrevista, o guitarrista também não se mostrou muito animado com a honraria. “Faz tanto tempo que eu não tenho qualquer envolvimento com o Guns N’Roses que nem entendo mais isso”, disse. Ele, no entanto, cravou que o baterista Steven Adler irá à cerimônia, que acontece no dia 14 de abril, em Cleveland, nos Estados Unidos. “É a cara dele”, comentou. Sobre Axl, desafeto de Slash e grande motivo para que a tal reunião não aconteça, Slash não deu muita conversa: “Não conversamos a respeito”
Outro que deve comparecer à cerimônia é o baixista Duff McKagan, embora não acredite que a formação clássica se reúna. Conforme noticiado antes, Duff disse que “seria incrível, tipo ‘vamos lá, tocamos ‘Nightrain’ e ‘(Mr.) Bownstone’, jogamos o microfone no chão!”. A julgar pelas últimas notícias, todos os integrantes devem marcar presença na festa, mas ninguém vai tocar, muito menos juntos.
As notícias que dão conta de que o grupo realmente se reunirá ganharam força quando o tecladista Dizzy Red, integrante que está há mais tempo no grupo, exceto Axl Rose, afirmou que, sim, “a formação original estará lá” (leia matéria aqui).
A possibilidade de o Guns N’Roses reunir a formação clássica começou a ser aventada antes mesmo de o grupo ser indicado ao Hall da Fama, em setembro. O grupo foi escolhido no primeiro ano em que ficou elegível - é preciso ter completos 25 anos do lançamento do álbum mais relevante, caso de “Appetite For Destruction”, de 1987, que completa o período este ano. Desde a indicação uma pressão para que essa reunião aconteça, ainda que seja só para tocar três ou quatro músicas, vem crescendo.
Recentemente, antigos desafetos de Axl Rose, que é o dono da banda, voltaram a fazer as pazes com o vocalista. Em dezembro, a banda do baixista Duff McKagan, Loaded, não só abriu dois shows da turnê do Guns, nos Estados Unidos, como o próprio Duff subiu no palco para tocar com o grupo. O guitarrista Slash, o maior desafeto de Axl entre os membros da banda, não chegou a tanto, mas tem afirmado que “quer dar um tempo nas brigas com Axl” (veja aqui).
Optimus Alive'12: Danko Jones atua a 13 de julho; Lost Prophets cancelam concerto
Optimus Alive'12: Danko Jones atua a 13 de julho; Lost Prophets cancelam concerto:
O canadiano Danko Jones é a mais recente confirmação no cartaz do Optimus Alive’12.

O músico – uma das figuras de proa do Rock n’ Roll atual – sobe ao palco principal do evento a 13 de julho.
Nesse mesmo dia atuam no certame de Algés The Stone Roses, Justice, Snow Patrol, Refused, LMFAO, Sebastian, Miúda, Dum Dum Girls, Death in Vegas e Buraka Som Sistema.
Os Lostprophets, cuja atuação estava prevista para o primeiro dia do festival, cancelaram o concerto.
O Optimus Alive regressa ao Passeio Marítimo de Algés, em Oeiras, nos dias 13, 14 e 15 de julho.
Os bilhetes, à venda nos locais habituais, custam entre €53 e €111.
Sobre Danko Jones
Com cinco discos de originais editados, Danko Jones aposta forte nas guitarras, à antiga e sem contemplações. Desde a edição de "Born a Lion" (2002) que o músico canadiano prega convictamente o evangelho do Rock n' Roll.
O mais recente longa-duração, "Below The Belt" (2010), foi produzido por Matt DeMatteo e teve "Full of Regreat" como single de apresentação.
Confere o cartaz provisório do festival:
Dia 13 de julho
Palco Optimus
The Stone Roses
Justice
Snow Patrol
Danko Jones
Refused
Palco Heineken
LMFAO
Sebastian
Miúda
Dum Dum Girls
Death in Vegas
Buraka Som Sistema
Dia 14 de julho
Palco Optimus
The Cure
Florence + The Machine
Mumford & Sons
Palco Heineken
Katy B
The Antlers
Big Deal
Here We Go Magic
Lisa Hannigan
Awolnation
Dia 15 de julho
Palco Optimus
Radiohead
Caribou
The Kooks
PAUS
Palco Heineken
Mazzy Star
The Kills
Metronomy
The Maccabees
Warpaint
SBTRKT
Miles Kane
Sara Novais
O canadiano Danko Jones é a mais recente confirmação no cartaz do Optimus Alive’12.

O músico – uma das figuras de proa do Rock n’ Roll atual – sobe ao palco principal do evento a 13 de julho.
Nesse mesmo dia atuam no certame de Algés The Stone Roses, Justice, Snow Patrol, Refused, LMFAO, Sebastian, Miúda, Dum Dum Girls, Death in Vegas e Buraka Som Sistema.
Os Lostprophets, cuja atuação estava prevista para o primeiro dia do festival, cancelaram o concerto.
O Optimus Alive regressa ao Passeio Marítimo de Algés, em Oeiras, nos dias 13, 14 e 15 de julho.
Os bilhetes, à venda nos locais habituais, custam entre €53 e €111.
Sobre Danko Jones
Com cinco discos de originais editados, Danko Jones aposta forte nas guitarras, à antiga e sem contemplações. Desde a edição de "Born a Lion" (2002) que o músico canadiano prega convictamente o evangelho do Rock n' Roll.
O mais recente longa-duração, "Below The Belt" (2010), foi produzido por Matt DeMatteo e teve "Full of Regreat" como single de apresentação.
Confere o cartaz provisório do festival:
Dia 13 de julho
Palco Optimus
The Stone Roses
Justice
Snow Patrol
Danko Jones
Refused
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Valient Thorr @ Hard Club: sala a meio gás, rock com todo ele
Valient Thorr @ Hard Club: sala a meio gás, rock com todo ele:
Foi com um atraso de uma hora e com uma sala praticamente vazia que os portugueses Dawnrider subiram ao palco do Hard Club, no passado sábado. O público, morno e recuado, não se mostrou fervoroso e, talvez por isso, o concerto acabou por ser um pouco insípido.
Com um alinhamento baseado em temas antigos, a banda contou com “um grande amigo” e ex-membro na bateria – André Silva. Do EP de 2005, os Dawnrider relembraram Poison so Mean, e passaram ainda por temas do primeiro álbum, "Alpha Chapter", como Keep on Ridding, e do segundo, "Two" (2009), como Redemption, que deu início ao concerto.






Já os ingleses Jettblack, com apenas um álbum na bagagem – "Get Your Hands Dirty" (2010) -, conseguiram dar um grande espetáculo. Foram de tal forma incansáveis, que deixaram o público rendido. Encheram o palco e, por momentos, a própria sala 2 parecia também cheia, embora estivesse, na verdade, a um terço. "Saturday night, party time!", gritaram. E assim foi. Destilaram puro rock'n'roll e foram a surpresa da noite. Slip it on deu o mote e Two Hot Girls, Fooled by a Rose e, obviamente, Get Your Hands Dirty aqueceram o evento organizado pela SWR inc.










O regresso de Valient Thorr era o mais aguardado da noite, depois de terem passado pelo Porto-Rio em 2009 e, no ano seguinte, pelo festival Milhões de Festa. Sleeper Awakes e Double Crossed, do último LP, “Stranger”, levantaram os primeiros moshpits, mas quando o vocalista, Valient Himself, se mistura no meio do público e pede à assistência para se sentar e lhe copiar os movimentos, percebemos por que Valient Thorr já tem uma legião de fãs em Portugal.
Heatseeker, de “Legend of the World” (2006), e Tomorrow Police, de “Immortalizer” (2008), foram outros dos grandes temas com que os Valient Thorr presentearam o Hard Club. Em encore, Total Universe Man levou muitos a subir ao palco, terminando o concerto numa apoteose de rock.












Texto: Sara Santos Silva
Fotografias: Ricardo Almeida
Foi com um atraso de uma hora e com uma sala praticamente vazia que os portugueses Dawnrider subiram ao palco do Hard Club, no passado sábado. O público, morno e recuado, não se mostrou fervoroso e, talvez por isso, o concerto acabou por ser um pouco insípido.
Com um alinhamento baseado em temas antigos, a banda contou com “um grande amigo” e ex-membro na bateria – André Silva. Do EP de 2005, os Dawnrider relembraram Poison so Mean, e passaram ainda por temas do primeiro álbum, "Alpha Chapter", como Keep on Ridding, e do segundo, "Two" (2009), como Redemption, que deu início ao concerto.






Já os ingleses Jettblack, com apenas um álbum na bagagem – "Get Your Hands Dirty" (2010) -, conseguiram dar um grande espetáculo. Foram de tal forma incansáveis, que deixaram o público rendido. Encheram o palco e, por momentos, a própria sala 2 parecia também cheia, embora estivesse, na verdade, a um terço. "Saturday night, party time!", gritaram. E assim foi. Destilaram puro rock'n'roll e foram a surpresa da noite. Slip it on deu o mote e Two Hot Girls, Fooled by a Rose e, obviamente, Get Your Hands Dirty aqueceram o evento organizado pela SWR inc.










O regresso de Valient Thorr era o mais aguardado da noite, depois de terem passado pelo Porto-Rio em 2009 e, no ano seguinte, pelo festival Milhões de Festa. Sleeper Awakes e Double Crossed, do último LP, “Stranger”, levantaram os primeiros moshpits, mas quando o vocalista, Valient Himself, se mistura no meio do público e pede à assistência para se sentar e lhe copiar os movimentos, percebemos por que Valient Thorr já tem uma legião de fãs em Portugal.
Heatseeker, de “Legend of the World” (2006), e Tomorrow Police, de “Immortalizer” (2008), foram outros dos grandes temas com que os Valient Thorr presentearam o Hard Club. Em encore, Total Universe Man levou muitos a subir ao palco, terminando o concerto numa apoteose de rock.












Texto: Sara Santos Silva
Fotografias: Ricardo Almeida
Wraygunn @ Hard Club: "L'Art Brut" e a conquista da primeira audição
Wraygunn @ Hard Club: "L'Art Brut" e a conquista da primeira audição:
Poucos mas bons – ou melhor, não tantos quantos seriam de esperar, ainda que a sala se tenha revelado mais composta do que afluência inicial tinha feito prever – rumaram ao Hard Club, numa noite onde não faltaram propostas na cidade do Porto, para o concerto de apresentação de “L'Art Brut”, o quinto longa-duração dos Wraygunn, que só agora, após um hiato de cinco anos, pôde ver a luz do dia... e da noite.
“L'Art Brut” vai roubar o nome à expressão utilizada por Jean Dubuffet para denominar a obra de quem se encontrava vedado ao circuito artístico, uma arte que evita catalogações, convencionalismos e museus, uma arte embrutecida, alheia a conformismos, menos depurada e mais gutural, que não exclui, mas abrange. Se o profissionalismo e a execução irrepreensível dos Wraygunn os colocam um pouco à margem deste conceito, a ele vão de encontro pela via da organicidade e genuinidade em palco, da inclusão de géneros e da mescla de variadas texturas sonoras num cunho muito próprio, apesar da indissociabilidade das referências.



Sob a alçada e a liderança de Paulo Furtado, os Wraygunn subiram ao palco para uma noite também ela incatalogável, cumpridora e de revelação do novo trabalho, lançado este ano.
O arranque fez-se em modo narrativo, com "Paulinho" (desde logo assim chamado por alguns elementos da audiência mais entusiasmados) no papel de contador de histórias, em spoken word, com Tales of Love. A este tema, faixa introdutória do disco em apresentação, seguiram-se as primeiras saudações às “senhoras e senhores” do público, advertidos, logo de seguida, que vinha aí um disco “a eito, ou quase”. Um quase feito de extras, visto que “L'Art Brut” foi tocado na íntegra e em concordância com a ordem de alinhamento do álbum.
Don't You Wanna Dance foi a pergunta que se seguiu, em forma de convite indireto a uns passinhos de dança, com uma adesão ainda comedida, ou talvez apenas atenta, dado que a maioria estaria a ouvir o disco pela primeira vez. Explosiva no soul exalado e na presença algo penetrante, Selma Uamusse introduziu Kerosene Honey, não menos inflamável.




O assédio do público cedo se tornou uma constante, assente em convites para jantar ou em vontades denunciadas em levarem o vocalista para casa, que gracejou “Tanto amor... amor é bom!”, ainda sem saber que esse amor se iria fazer sentir até ao fim da noite. Seguiu-se That Cigarette Keeps Burning, espécie de tango arábico, semi-alucinado, bastante improvável mas a fazer todo o sentido no contexto Wraygunn. Já I Bet It All For You marcou um pouco a diferença, de encontro a um rock 'n roll mais clássico, mais branco, com a identidade da banda a ser vincada através dos coros de Uamusse e Raquel Ralha.
My Secret Love assumiu-se como a deixa para que o público se chegasse um pouco mais à frente, a pedido, e enganasse um pouco os espaços vazios. Com uma aproximação gradual do microfone pelas duas cantoras, a intensificarem o fundo vocal de suporte a I Feer What's in Here, surgiu este relato intimista, com toques de visceralidade. Depois, foi a vez do protagonismo ser cedido a Raquel Ralha, no domínio sedutor de Track You Down.



Para a conclusão, ficaram I Wanna Go (Where The Grass Is Green), com a batida a promover a animação fora do palco, I'm For Real, uma “música que fala sobre fazer música”, a dar lugar a um despique de guitarras entre Paulo Furtado e Pedro Vidal, e o remate deixado a cargo de Cheree Cheree, um original dos Suicide.
Paulo Furtado despediu-se com um “até muito em breve”, que acabou por se traduzir num regresso mais que esperado e que, esgotado “L'Art Brut”, obrigou a revisitações muito bem-vindas de temas mais antigos. Com o sampler do discurso de Martin Luther King (“I Have a Dream”) a fazer-se soar enquanto que o público se juntava à banda, de punhos elevados no ar, não restou a dúvida da passagem por “Eclesiastes 1.11” (2004), através de Soul City.
“É o fim do mundo!”, gritou alguém em premonição do que estava por acontecer - e assim foi, com o mote lançado por Ain't Gonna Break My Soul, de “Soul Jam” (2001), a deixar o público, que já se havia deixado conquistar pelo novo disco, irrequieto.
“Alguém se lembra disto?”, perguntou Paulo Furtado, e a reposta não se fez demorar em forma de imitação à introdução de Drunk or Stoned. E o fim do mundo continuou, até ter mesmo acabado All Night Long, com a banda a misturar-se em palco e Furtado a deixar mostrar a vontade em saltar para o público - o que, invariavelmente, lá acabou por acontecer. Na falta do que trepar, subiu-se para um dos balcões/ bares laterais e fez-se do candeeiro microfone, para depois se voltar a descer e pôr o público a berrar o refrão, entre mais debitações do menu para jantar.



De volta ao palco, restou o culminar da apoteose e a apresentação dos colegas, com uma chamada de atenção isolada de Selma Uamusse para o “senhor Paulo Furtado”. Senhor, pois claro! A quem restar dúvida, que não se esqueça de marcar presença para a próxima.




Alinhamento:
Tales of Love
Dont You Wanna Dance
Kerosene Honey
Strolling Round My Hometown
That Cigarette Keeps Burning
I Bet It All On You
My Secret Love
I Fear What's In Here
Track You Down
I Wanna Go (Where the Grass Is Greener)
I'm For Real
Cheree Cheree
Soul City
Ain't Gonna Breal My Soul
Drunk or Stoned
All Night Long














Texto: Ariana Ferreira
Fotografias: Filipa Oliveira
Poucos mas bons – ou melhor, não tantos quantos seriam de esperar, ainda que a sala se tenha revelado mais composta do que afluência inicial tinha feito prever – rumaram ao Hard Club, numa noite onde não faltaram propostas na cidade do Porto, para o concerto de apresentação de “L'Art Brut”, o quinto longa-duração dos Wraygunn, que só agora, após um hiato de cinco anos, pôde ver a luz do dia... e da noite.
“L'Art Brut” vai roubar o nome à expressão utilizada por Jean Dubuffet para denominar a obra de quem se encontrava vedado ao circuito artístico, uma arte que evita catalogações, convencionalismos e museus, uma arte embrutecida, alheia a conformismos, menos depurada e mais gutural, que não exclui, mas abrange. Se o profissionalismo e a execução irrepreensível dos Wraygunn os colocam um pouco à margem deste conceito, a ele vão de encontro pela via da organicidade e genuinidade em palco, da inclusão de géneros e da mescla de variadas texturas sonoras num cunho muito próprio, apesar da indissociabilidade das referências.



Sob a alçada e a liderança de Paulo Furtado, os Wraygunn subiram ao palco para uma noite também ela incatalogável, cumpridora e de revelação do novo trabalho, lançado este ano.
O arranque fez-se em modo narrativo, com "Paulinho" (desde logo assim chamado por alguns elementos da audiência mais entusiasmados) no papel de contador de histórias, em spoken word, com Tales of Love. A este tema, faixa introdutória do disco em apresentação, seguiram-se as primeiras saudações às “senhoras e senhores” do público, advertidos, logo de seguida, que vinha aí um disco “a eito, ou quase”. Um quase feito de extras, visto que “L'Art Brut” foi tocado na íntegra e em concordância com a ordem de alinhamento do álbum.
Don't You Wanna Dance foi a pergunta que se seguiu, em forma de convite indireto a uns passinhos de dança, com uma adesão ainda comedida, ou talvez apenas atenta, dado que a maioria estaria a ouvir o disco pela primeira vez. Explosiva no soul exalado e na presença algo penetrante, Selma Uamusse introduziu Kerosene Honey, não menos inflamável.




O assédio do público cedo se tornou uma constante, assente em convites para jantar ou em vontades denunciadas em levarem o vocalista para casa, que gracejou “Tanto amor... amor é bom!”, ainda sem saber que esse amor se iria fazer sentir até ao fim da noite. Seguiu-se That Cigarette Keeps Burning, espécie de tango arábico, semi-alucinado, bastante improvável mas a fazer todo o sentido no contexto Wraygunn. Já I Bet It All For You marcou um pouco a diferença, de encontro a um rock 'n roll mais clássico, mais branco, com a identidade da banda a ser vincada através dos coros de Uamusse e Raquel Ralha.
My Secret Love assumiu-se como a deixa para que o público se chegasse um pouco mais à frente, a pedido, e enganasse um pouco os espaços vazios. Com uma aproximação gradual do microfone pelas duas cantoras, a intensificarem o fundo vocal de suporte a I Feer What's in Here, surgiu este relato intimista, com toques de visceralidade. Depois, foi a vez do protagonismo ser cedido a Raquel Ralha, no domínio sedutor de Track You Down.



Para a conclusão, ficaram I Wanna Go (Where The Grass Is Green), com a batida a promover a animação fora do palco, I'm For Real, uma “música que fala sobre fazer música”, a dar lugar a um despique de guitarras entre Paulo Furtado e Pedro Vidal, e o remate deixado a cargo de Cheree Cheree, um original dos Suicide.
Paulo Furtado despediu-se com um “até muito em breve”, que acabou por se traduzir num regresso mais que esperado e que, esgotado “L'Art Brut”, obrigou a revisitações muito bem-vindas de temas mais antigos. Com o sampler do discurso de Martin Luther King (“I Have a Dream”) a fazer-se soar enquanto que o público se juntava à banda, de punhos elevados no ar, não restou a dúvida da passagem por “Eclesiastes 1.11” (2004), através de Soul City.
“É o fim do mundo!”, gritou alguém em premonição do que estava por acontecer - e assim foi, com o mote lançado por Ain't Gonna Break My Soul, de “Soul Jam” (2001), a deixar o público, que já se havia deixado conquistar pelo novo disco, irrequieto.
“Alguém se lembra disto?”, perguntou Paulo Furtado, e a reposta não se fez demorar em forma de imitação à introdução de Drunk or Stoned. E o fim do mundo continuou, até ter mesmo acabado All Night Long, com a banda a misturar-se em palco e Furtado a deixar mostrar a vontade em saltar para o público - o que, invariavelmente, lá acabou por acontecer. Na falta do que trepar, subiu-se para um dos balcões/ bares laterais e fez-se do candeeiro microfone, para depois se voltar a descer e pôr o público a berrar o refrão, entre mais debitações do menu para jantar.



De volta ao palco, restou o culminar da apoteose e a apresentação dos colegas, com uma chamada de atenção isolada de Selma Uamusse para o “senhor Paulo Furtado”. Senhor, pois claro! A quem restar dúvida, que não se esqueça de marcar presença para a próxima.




Alinhamento:
Tales of Love
Dont You Wanna Dance
Kerosene Honey
Strolling Round My Hometown
That Cigarette Keeps Burning
I Bet It All On You
My Secret Love
I Fear What's In Here
Track You Down
I Wanna Go (Where the Grass Is Greener)
I'm For Real
Cheree Cheree
Soul City
Ain't Gonna Breal My Soul
Drunk or Stoned
All Night Long














Texto: Ariana Ferreira
Fotografias: Filipa Oliveira
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